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quarta-feira, 29 de maio de 2013

" Nem o sol nem a morte se podem olhar fixamente"


por Luiz da Nóbrega  em Terça, 23 de abril de 2013 
mas queres saber
quanto podes suportar
de dor e de medo
antes de
desviares os olhos.

cogitas em lamurias constantes
de quem se esqueceu do futuro,
para que o agora ainda seja o antes,
insistes em gritar para dentro do escuro.

a alma, de certeza,
não esperava o que acontece,
amarelece no vai-vem das madrugadas
quando
não se acorda
da combustão dos sonhos.

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